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CAMINHADAS DA IGNORÂNCIA: A IGUALDADE QUE NÃO AGUENTA O OUTRO: FALSIDADE, TRAIÇÃO E O CARALHO DA REPRESENTAÇÃO

CAMINHADAS DA IGNORÂNCIA A IGUALDADE QUE NÃO AGUENTA O OUTRO: FALSIDADE, TRAIÇÃO E O CARALHO DA REPRESENTAÇÃO falsidade, traição, representação, alteridade, igualdade, subjetividade, confiança, medo, discursividade, algoritmo Podcast 1 CAMINHADAS DA IGNORÂNCIA FALSIDADE, TRAIÇÃO E O OUTRO QUE NUNCA MAIS FOI INTEIRAMENTE CONHECIDO https://youtu.be/QCWNqXt8KO0?is=upQyZ9nCwhJi2g4x Podcast 2 CAMINHADAS DA IGNORÂNCIA — A IGUALDADE QUE NÃO AGUENTA O OUTRO | ATO 2 https://youtu.be/PE6VNtz5myg?is=iqsLszbDtEBJo0l6 Podcast 3 — Ato 3 FALSIDADE, TRAIÇÃO E A PORRA DA REPRESENTAÇÃO | ATO 3 — QUANDO A REPRESENTAÇÃO COMEÇA A ANDAR SOZINHA https://youtu.be/QCWNqXt8KO0?is=Csd0fevP8hc3i7M- Crônica de sexta-feira | 11 de setembro de 2026 LOKA DO ROLÊ Eu vou começar esta sexta-feira por uma coisa que parece simples. E justamente por parecer simples já me deixa desconfiada. Vocês gostam muito de dizer que somos todos iguais. Bonito. Democrático. Civilizado. Dá até para col...

@alokanorole — QUANDO O CORPO ANDA, O DISCURSO CHEGA ATRASADO

QUANDO O CORPO ANDA, O DISCURSO CHEGA ATRASADO Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância Mini bio:  Psicólogo e pesquisador independente. Este texto constitui uma elaboração ensaística entre muitas possíveis, sem pretensão de consenso, verdade final ou orientação normativa. Palavras-chave: corpo; sobrevivência; discurso midiático; ética; materialidade; confiança; limite. RESUMO Esta crônica articula, de forma ensaística e crítica, os depoimentos públicos relacionados ao caso do jovem Roberto Farias Tomaz, desaparecido por cinco dias no Pico Paraná, a partir de uma leitura centrada na materialidade do corpo e na posterior produção discursiva. Sem emitir juízo jurídico, moral ou clínico, o texto tensiona a distância entre o acontecimento corporal extremo e a tentativa civilizatória de reorganizá-lo por meio de valores como confiança, erro, abandono e aprendizado. Sustenta-se que, quando o corpo entra em modo de sobrevivência, o discurso perde ...

Quando o corpo decide, o valor atrapalha

Quando o corpo decide, o valor atrapalha 🎧 OUÇA O TEXTO NARRADO: AUTOR: José Antônio Lucindo da Silva PROJETO: Mais Perto da Ignorância (MPI) PALAVRAS-CHAVE: materialidade; sobrevivência; discurso midiático; confiança; abandono; ética; psicologia social RESUMO: Este texto parte de um acontecimento amplamente repercutido pela mídia brasileira — um jovem que se perdeu durante dias em uma trilha no Paraná — não para julgá-lo, explicá-lo ou extrair lições morais, mas para tensionar o modo como eventos materiais são rapidamente convertidos em narrativas valorativas. A crônica sustenta que, em situações-limite, o corpo opera em um registro anterior à moral, à confiança simbólica e à discursividade civilizatória. O que se costuma nomear como “abandono” ou “quebra de confiança” revela mais sobre a necessidade social de organizar o susto do que sobre o acontecimento em si. Sem prescrição, sem orientação e sem conclusão normativa, o texto aponta para o descompasso entre uma material...