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AUMENTO DE SALÁRIO, HOME OFFICE OU REDUÇÃO DA JORNADA: O QUE ESTÁ SENDO NEGOCIADO QUANDO O TRABALHO DEIXA DE SER APENAS TRABALHO?

AUMENTO DE SALÁRIO, HOME OFFICE OU REDUÇÃO DA JORNADA: O QUE ESTÁ SENDO NEGOCIADO QUANDO O TRABALHO DEIXA DE SER APENAS TRABALHO? Resumo Uma reportagem publicada pela Forbes Brasil, com base em levantamento realizado pela Robert Half com mais de setecentos profissionais, informa que o aumento salarial aparece como principal prioridade entre recrutadores e trabalhadores, à frente da ampliação do home office e da redução da jornada. Entre recrutadores, 62,44% indicaram o aumento de remuneração, enquanto 20,15% priorizaram mais dias de trabalho remoto e 17,41% escolheram a redução da jornada. Entre funcionários, os percentuais foram de 57,71%, 25,14% e 17,14%, respectivamente. Esses dados não autorizam concluir que os trabalhadores prefiram dinheiro ao tempo livre ou que a redução da jornada tenha perdido relevância. Eles registram respostas produzidas em condições econômicas, sociais e institucionais específicas. Este artigo investiga quais formas de segurança podem estar sen...

Amigo, seus elogios são legais… mas quanto vai cair na minha conta?

Amigo, seus elogios são legais… mas quanto vai cair na minha conta? 🎬 Canal no YouTube Um ensaio sobre o desemprego, as ficções corporativas e a tentativa de transformar precariedade em defeito psicológico Existe uma frase que atravessa gerações, classes sociais, consultorias de RH e crises econômicas sem jamais perder a força: “Amigo, seus elogios são legais… mas quanto vai cair na minha conta?” O senso comum entende isso há séculos, mas as empresas insistem em fingir que essa verdade não existe. Talvez porque admitir isso exigiria confrontar o ponto onde todo discurso corporativo entra em colapso: ninguém vive de feedback. E aqui não estamos falando de teoria, mas de carne, de corpo, de boleto, de frango na mesa. Falo como quem está há um ano desempregado, ouvindo “parabéns pelo conteúdo”, “você é muito inteligente”, “continue assim”, enquanto o extrato bancário segue no modo sobrevivência. Publicação não sustenta ninguém. Engajamento não paga aluguel. Curtida não é prot...