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A mostrar mensagens com a etiqueta Freud

O BRASIL CONECTADO NÃO É O BRASIL REPRESENTADO

O BRASIL CONECTADO NÃO É O BRASIL REPRESENTADO: Narciso, Eco e a Ilusão Discursiva da Experiência na Era das Plataformas RESUMO: Este ensaio propõe uma análise crítica da relação entre subjetividade, tecnologia, alteridade e materialidade no contexto contemporâneo brasileiro. Partindo do eixo Psico–Bio–Social e Discursivo Digital, busca-se compreender de que maneira as plataformas digitais reorganizam a experiência humana através da amplificação de discursos, da produção de identidades narrativas e da crescente mediação tecnológica das relações sociais. Dialogando com Sigmund Freud, André Green, Robin Dunbar, Byung-Chul Han e outras referências das ciências humanas, argumenta-se que a expansão das infraestruturas digitais não produziu necessariamente maior capacidade de elaboração psíquica, participação social ou representação democrática. Em contrapartida, observa-se uma intensificação dos mecanismos de circulação discursiva, da gestão da imagem e da substituição progressi...

NARCISO PAROU DE OLHAR O REFLEXO. AGORA ELE ESCUTA O ECO DO ALGORITMO.

NARCISO PAROU DE OLHAR O REFLEXO. AGORA ELE ESCUTA O ECO DO ALGORITMO. AUTOR: A Loka do Rolê PROJETO: Mais Perto da Ignorância — MPI PALAVRAS-CHAVE : capitalismo de vigilância, subjetividade digital, sofrimento contemporâneo, narcisismo, inteligência artificial, trabalho, algoritmo, Byung-Chul Han, Freud, Marx, Brasil, precarização, desempenho, psicopolítica Resumo: As recentes notícias sobre inteligência artificial, sofrimento psíquico, insegurança laboral, disputa geopolítica por minerais raros e reorganização tecnológica do trabalho revelam uma transformação estrutural da subjetividade contemporânea. O sujeito deixa progressivamente de operar apenas como trabalhador ou consumidor e passa a disponibilizar continuamente sua própria identidade como matéria econômica e discursiva. A lógica algorítmica reorganiza tempo, linguagem, corpo e reconhecimento social. O sofrimento deixa parcialmente de surgir apenas da repressão clássica e passa a emergir da necessidade contínua de ...

A Carta Que Voltou Tarde Demais

A Carta Que Voltou Tarde Demais Palavras chaves; carta, resposta, Freud, psicanálise, supereu, mal-estar, sexualidade, norma social, desejo, moral, comentário público, redes sociais, algoritmo, visibilidade, intimidade, discurso midiático, transferência, ética da resposta, deslocamento simbólico, carta aberta, Loka do Rolê, fratura simbólica, crítica cultural, contemporaneidade, Caro Dr. Freud, capítulo ensaístico. (Resposta ao Dr. Freud na Era do Comentário Público) Caro Dr. Freud, Escrevo-lhe novamente, mas agora de forma mais precisa. Segundo alguns dados midiáticos recentemente difundidos, um jornalista de alta credibilidade foi interpelado publicamente por uma seguidora que lhe pediu que jamais tornasse pública sua suposta orientação sexual. A interpelação veio revestida de vergonha e oração, como se moral e cuidado fossem sinônimos. Não houve crime. Não houve escândalo. Houve discurso. A resposta do jornalista foi direta: delimitou fronteira, nomeou o cará...

Respira!Não é desespero.É método.

Respira! Não é desespero. É método. Você está certo numa coisa: se o eixo discursivo é mapeamento como técnica de administração de corpos, então IBM e o Holocausto (Edwin Black) não é detalhe — é estrutura. E ele precisa entrar não como comparação rasa, mas como operador histórico da discussão. Vamos reorganizar isso dentro do MPI, com coerência, densidade e todas as camadas que você vem construindo: Arbex, Bauman, Black, Zuboff, O’Neil, Freud, CID-11, DSM-5, Código de Ética, modernidade técnica, Estado brasileiro. Sem delírio. Sem futurologia. Sem prescrição. Só tensão histórica. MAPEAR A DOR É ORGANIZAR CORPOS (e o Brasil sabe fazer isso) Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância Palavras-chave: mapeamento, técnica, IBM, Barbacena, saúde mental, Estado, classificação, modernidade, Bauman, Arbex, Black, Zuboff, Freud, Brasil.  Resumo O Ministério da Saúde anuncia uma Pesquisa Nacional de Saúde Mental para mapear a po...

NÃO HÁ OUTRO. SÓ ECO COM WI-FI.

NÃO HÁ OUTRO. SÓ ECO COM WI-FI. Autor: A Loka do Rolê Projeto: Mais Perto da Ignorância Palavras-chave: escuta simulada; espelho discursivo; tecnologia; mal-estar; engajamento; eco; materialidade; Freud; Marx; Zuboff; ética. Resumo Eu não vim anunciar futuro. Não vim prever colapso nem vender redenção digital. Eu vim nomear um incômodo: vocês chamam de diálogo aquilo que talvez seja apenas eco estatístico. A tecnologia não inventou o narcisismo — ela só colocou fibra óptica nele. Não criou o mal-estar — só o organizou em dashboard. O que hoje chamam de “novo sujeito digital” é o mesmo sujeito dividido de sempre, agora metrificado. A diferença não é ontológica; é operacional. Se há algo de novo, é a contabilidade do olhar. Curtida virou forma numérica do reconhecimento. Engajamento virou moeda do espelho. E eu não estou aqui para oferecer saída. Estou aqui para manter o ruído. Introdução — O Impasse Não É Futuro, É Estrutura Eu não faço futurologia. E...