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A mostrar mensagens com a etiqueta Freud

NARCISO PAROU DE OLHAR O REFLEXO. AGORA ELE ESCUTA O ECO DO ALGORITMO.

NARCISO PAROU DE OLHAR O REFLEXO. AGORA ELE ESCUTA O ECO DO ALGORITMO. AUTOR: A Loka do Rolê PROJETO: Mais Perto da Ignorância — MPI PALAVRAS-CHAVE : capitalismo de vigilância, subjetividade digital, sofrimento contemporâneo, narcisismo, inteligência artificial, trabalho, algoritmo, Byung-Chul Han, Freud, Marx, Brasil, precarização, desempenho, psicopolítica Resumo: As recentes notícias sobre inteligência artificial, sofrimento psíquico, insegurança laboral, disputa geopolítica por minerais raros e reorganização tecnológica do trabalho revelam uma transformação estrutural da subjetividade contemporânea. O sujeito deixa progressivamente de operar apenas como trabalhador ou consumidor e passa a disponibilizar continuamente sua própria identidade como matéria econômica e discursiva. A lógica algorítmica reorganiza tempo, linguagem, corpo e reconhecimento social. O sofrimento deixa parcialmente de surgir apenas da repressão clássica e passa a emergir da necessidade contínua de ...

A Carta Que Voltou Tarde Demais

A Carta Que Voltou Tarde Demais Palavras chaves; carta, resposta, Freud, psicanálise, supereu, mal-estar, sexualidade, norma social, desejo, moral, comentário público, redes sociais, algoritmo, visibilidade, intimidade, discurso midiático, transferência, ética da resposta, deslocamento simbólico, carta aberta, Loka do Rolê, fratura simbólica, crítica cultural, contemporaneidade, Caro Dr. Freud, capítulo ensaístico. (Resposta ao Dr. Freud na Era do Comentário Público) Caro Dr. Freud, Escrevo-lhe novamente, mas agora de forma mais precisa. Segundo alguns dados midiáticos recentemente difundidos, um jornalista de alta credibilidade foi interpelado publicamente por uma seguidora que lhe pediu que jamais tornasse pública sua suposta orientação sexual. A interpelação veio revestida de vergonha e oração, como se moral e cuidado fossem sinônimos. Não houve crime. Não houve escândalo. Houve discurso. A resposta do jornalista foi direta: delimitou fronteira, nomeou o cará...

Respira!Não é desespero.É método.

Respira! Não é desespero. É método. Você está certo numa coisa: se o eixo discursivo é mapeamento como técnica de administração de corpos, então IBM e o Holocausto (Edwin Black) não é detalhe — é estrutura. E ele precisa entrar não como comparação rasa, mas como operador histórico da discussão. Vamos reorganizar isso dentro do MPI, com coerência, densidade e todas as camadas que você vem construindo: Arbex, Bauman, Black, Zuboff, O’Neil, Freud, CID-11, DSM-5, Código de Ética, modernidade técnica, Estado brasileiro. Sem delírio. Sem futurologia. Sem prescrição. Só tensão histórica. MAPEAR A DOR É ORGANIZAR CORPOS (e o Brasil sabe fazer isso) Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância Palavras-chave: mapeamento, técnica, IBM, Barbacena, saúde mental, Estado, classificação, modernidade, Bauman, Arbex, Black, Zuboff, Freud, Brasil.  Resumo O Ministério da Saúde anuncia uma Pesquisa Nacional de Saúde Mental para mapear a po...

NÃO HÁ OUTRO. SÓ ECO COM WI-FI.

NÃO HÁ OUTRO. SÓ ECO COM WI-FI. Autor: A Loka do Rolê Projeto: Mais Perto da Ignorância Palavras-chave: escuta simulada; espelho discursivo; tecnologia; mal-estar; engajamento; eco; materialidade; Freud; Marx; Zuboff; ética. Resumo Eu não vim anunciar futuro. Não vim prever colapso nem vender redenção digital. Eu vim nomear um incômodo: vocês chamam de diálogo aquilo que talvez seja apenas eco estatístico. A tecnologia não inventou o narcisismo — ela só colocou fibra óptica nele. Não criou o mal-estar — só o organizou em dashboard. O que hoje chamam de “novo sujeito digital” é o mesmo sujeito dividido de sempre, agora metrificado. A diferença não é ontológica; é operacional. Se há algo de novo, é a contabilidade do olhar. Curtida virou forma numérica do reconhecimento. Engajamento virou moeda do espelho. E eu não estou aqui para oferecer saída. Estou aqui para manter o ruído. Introdução — O Impasse Não É Futuro, É Estrutura Eu não faço futurologia. E...

Niilismo que não toca o chão: quando o discurso desaba antes do corpo

Niilismo que não toca o chão: quando o discurso desaba antes do corpo 🎬👇 Nosso Canal no YouTube ( Artigo em Áudio). Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância (MPI) Palavras-chave: niilismo digital; materialidade; discurso; capitalismo tardio; subjetividade; Marx; Freud; Byung-Chul Han; Nietzsche. Resumo: Chamam de niilismo aquilo que hoje se espalha como estética, performance e assinatura discursiva nas redes digitais. Mas o que se observa não é a travessia do vazio descrita por Nietzsche, nem a experiência radical da perda de sentido que atravessa o corpo, o tempo e a existência material. Trata-se de um niilismo sem chão, produzido em excesso de linguagem, saturado de obviedades, sustentado por condições materiais que permitem falar do nada sem nunca cair nele. Este artigo tensiona esse paradoxo: o niilismo contemporâneo não nasce da falta de sentido, mas da inflação simbólica que neutraliza o real. A partir de Marx, Freud e Byung-Chul Han, a...