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VOCÊ CONTINUA PORQUE DÁ — A SÉRIE QUE NÃO TE TIRA DE LUGAR NENHUM

VOCÊ CONTINUA PORQUE DÁ — A SÉRIE QUE NÃO TE TIRA DE LUGAR NENHUM AUTOR: José Antônio Lucindo da Silva PROJETO: Mais Perto da Ignorância (MPI) @alokanorole_persona ; 🎧 Se você prefere escutar do que ler… essa porra aqui já foi narrada por IA: 🎬 EPISÓDIO 1 - NO CANAL DO YOUTUBE: Sinopse; Você chegou atrasado. Não porque perdeu a hora — porque demorou pra perceber que a festa já estava estranha. No primeiro episódio da série, a Loka do Rolê rasga a primeira ilusão: 👉 a de que existe um momento certo pra entender o que está acontecendo. Não existe. Quando você começa a ouvir… já começaram a falar. E quando todo mundo fala… ninguém escuta. Esse é o ponto de entrada. Não tem apresentação. Não tem contexto. Não tem acolhimento. Só o incômodo de perceber que você entrou num lugar onde o discurso já substituiu a escuta. E mesmo assim… você fica. 🎬 👇;  https://youtu.be/gaz09IwG5Ds?si=QtVznpbDqptWT3U2 #mpi  #alokadorole 🎬 EPISÓDIO 2 - NO CANAL D...

A MÁQUINA RESPONDE. O CORPO SEGURA.

A MÁQUINA RESPONDE. O CORPO SEGURA. José Antônio Lucindo da Silva — Psicólogo (CRP 06/172551) Projeto: Mais Perto da Ignorância — Loka do Rolê Palavras-chave: inteligência artificial; corpo; materialidade; discurso; trabalho; limite Resumo: O debate contemporâneo sobre inteligência artificial tem sido marcado por um excesso de entusiasmo que tende a confundir capacidade técnica com inteligência propriamente dita. Conforme argumenta Tatiana Roque, o “hype da IA” pode rebaixar o pensamento humano ao redefini-lo a partir das operações que as máquinas conseguem executar. A partir de uma leitura histórica — que inclui Alan Turing e a tradição filosófica que remonta a Platão e Descartes —, a discussão evidencia que a inteligência artificial opera como simulação de comportamento, e não como experiência. No entanto, o problema não se encerra na dimensão epistemológica. Quando articulado ao contexto material brasileiro, observa-se uma dissociação entre o discurso tecnológico e as c...

ENTRE A IMAGEM E O ALGORITMO: QUANDO O LIMITE DEIXA DE SER RECONHECIDO E A REALIDADE VIRA INTERFACE

ENTRE A IMAGEM E O ALGORITMO: QUANDO O LIMITE DEIXA DE SER RECONHECIDO E A REALIDADE VIRA INTERFACE José Antônio Lucindo da Silva Psicólogo Clínico — CRP 06/172551 Projeto: Mais Perto da Ignorância (MPI) Data: 25 mar. 2026 RESUMO: O presente artigo examina a circulação de imagens em ambientes digitais, a padronização discursiva mediada por sistemas de inteligência artificial e seus efeitos na organização da experiência contemporânea. Parte-se da hipótese de que não se trata de um aumento quantitativo do uso tecnológico, mas de uma reorganização das condições materiais de existência. A imagem deixa de operar como registro e passa a funcionar como dado circulante; a linguagem deixa de se constituir como elaboração e passa a ser antecipada por sistemas técnicos; o limite, embora ainda operante no corpo, deixa de ser reconhecido como referência organizadora. Sustenta-se que o sujeito não perde o real, mas deixa de se orientar por ele. Palavras-chave: materialidade; mediação; in...