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A mostrar mensagens com a etiqueta sofrimento psíquico

QUANDO A MÁQUINA ENTRA NA CLÍNICA, QUEM FICA DO LADO DE FORA?

QUANDO A MÁQUINA ENTRA NA CLÍNICA, QUEM FICA DO LADO DE FORA? A Loka do Rolê Eu ouvi aquela frase: “Tem gente procurando o computador, o robô, a inteligência artificial para ser seu psiquiatra.” E fiquei pensando que talvez a pergunta esteja ligeiramente errada. Não porque a inteligência artificial não esteja entrando na saúde mental. Ela está. A pergunta errada é imaginar que o fenômeno começa na máquina. Eu quero começar antes. Quero começar no sujeito. No corpo. Na solidão. Na disponibilidade. Na falta de tempo. Na dificuldade de encontrar alguém. Na dificuldade de pagar alguém. Na dificuldade de chegar a alguém. Porque antes de existir o chatbot existia uma pessoa precisando falar. E isso muda tudo. Eu não quero transformar a inteligência artificial em vilã. Isso seria intelectualmente preguiçoso. E a humanidade já produz vilões suficientes sem precisar fabricar um robô com capa preta. Também não quero transformar a IA em salvadora. O problema é just...

QUANDO O SOFRIMENTO VIRA PONTUAÇÃO: QUEM AINDA ESTÁ OLHANDO PARA O CORPO?

QUANDO O SOFRIMENTO VIRA PONTUAÇÃO: QUEM AINDA ESTÁ OLHANDO PARA O CORPO? Ouça também o episódio O texto continua andando depois que a leitura termina. Caminhadas da Ignorância leva essa mesma tensão para a rua, onde Breguezio, Silvan e a Loka do Rolê atravessam a pergunta que ficou: quando o sofrimento vira pontuação, quem ainda está olhando para o corpo? Se quiser aprofundar a investigação, leia o texto e depois escute o episódio. Caminhadas da Ignorância — MPI: https://youtu.be/lJKHmAhwHWI?is=38FpFqk1iocFNFc1   AUTOR José Antônio Lucindo da Silva PROJETO Mais Perto da Ignorância — MPI PALAVRAS-CHAVE avaliação psicológica, BDI, BAI, sofrimento psíquico, psicometria, cuidado, corpo, trabalho, sociedade do desempenho, autoavaliação, discursividade digital, inteligência artificial, dados comportamentais, psicologia hospitalar, materialidade, demanda, subjetividade RESUMO: Há uma discussão aparentemente simples circulando: quem pode aplicar determinados instru...

HIPÓTESE FUNDAMENTAL Nº 05.1Da Reorganização da Existência Após a Interrupção da Dependência

HIPÓTESE FUNDAMENTAL Nº 05.1 Da Reorganização da Existência Após a Interrupção da Dependência Ressentimento, Raiva e Medo como Hipóteses de Elaboração da Funcionalidade no Processo Civilizatório Projeto: Mais Perto da Ignorância (MPI) Dossiê: #NSDP — Notícias sobre Dependências Químicas e outras Dependências Natureza do documento: Hipótese Fundamental (versão 5.1) Status epistemológico: Hipótese provisória em desenvolvimento permanente. APRESENTAÇÃO Esta hipótese não pretende explicar definitivamente o ressentimento, a raiva ou o medo. Também não pretende estabelecer uma teoria geral da dependência química, das dependências comportamentais ou da recuperação. Seu objetivo é outro. Investigar. A Hipótese Fundamental nº 05.1 nasce da revisão crítica da Hipótese Fundamental nº 05, construída anteriormente pelo Projeto Mais Perto da Ignorância (MPI). Ao longo de sua elaboração, novos acontecimentos documentados, novas referências científicas e novas discussões metodológicas exig...