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Não há nada novo — e ainda assim tudo pressiona: guerra, narrativa e o limite da explicação

Não há nada novo — e ainda assim tudo pressiona: guerra, narrativa e o limite da explicação Mini-bio Análise ensaística que articula geopolítica, psicanálise e crítica discursiva para investigar a repetição estrutural do conflito humano e sua amplificação contemporânea via economia e mídia. Notas do autor Este texto não busca resolver o problema da guerra, mas tensionar seus limites explicativos. Parte do pressuposto de que não há exterioridade possível ao sistema analisado, incluindo o próprio sujeito que observa. A abordagem mistura dados empíricos com leitura crítica da linguagem, recusando fechamento conclusivo. Palavras-chave guerra, geopolítica, Estreito de Hormuz, narrativa mediática, psicanálise, conflito estrutural, economia global, sujeito, discurso, repetição histórica RESUMO: Este texto investiga a tensão entre a repetição estrutural dos conflitos humanos e a amplificação contemporânea de seus efeitos econômicos e discursivos. A partir da crise no Estreito de Hormuz em 2026...

Não há escuta → você não está cansado, você está funcionando demais

 Não há escuta → você não está cansado, você está funcionando demais Autor: José Antônio Lucindo da Silva — Psicólogo (CRP 06/172551) Projeto: Mais Perto da Ignorância — A Loka do Rolê Palavras-chave: corpo; cansaço; algoritmo; trabalho; discurso; tempo; exaustão; funcionamento Resumo: Você voltou do trabalho e abriu o celular como quem abre um buraco. Não pra sair — pra cair. Entre discursos sobre produtividade, saúde mental, guerra, moral e sentido, você tenta organizar alguma coisa dentro. Não organiza. Só continua. Essa crônica não explica o seu cansaço — ela aponta o que você está evitando encarar: não é que você esteja falhando, é que você está funcionando dentro de uma lógica que não comporta o corpo. E quanto mais você tenta dar sentido, mais você se afasta do único lugar onde algo ainda acontece de verdade — o presente que não promete nada e cobra tudo. Introdução: Você chegou agora. Não chegou inteiro. Chegou funcional. Sentou. Destravou o celular. E começou aquele ritual...

VOCÊ CONTINUA PORQUE DÁ — A SÉRIE QUE NÃO TE TIRA DE LUGAR NENHUM

VOCÊ CONTINUA PORQUE DÁ — A SÉRIE QUE NÃO TE TIRA DE LUGAR NENHUM AUTOR: José Antônio Lucindo da Silva PROJETO: Mais Perto da Ignorância (MPI) @alokanorole_persona ; 🎧 Se você prefere escutar do que ler… essa porra aqui já foi narrada por IA: 🎬 EPISÓDIO 1 - NO CANAL DO YOUTUBE: Sinopse; Você chegou atrasado. Não porque perdeu a hora — porque demorou pra perceber que a festa já estava estranha. No primeiro episódio da série, a Loka do Rolê rasga a primeira ilusão: 👉 a de que existe um momento certo pra entender o que está acontecendo. Não existe. Quando você começa a ouvir… já começaram a falar. E quando todo mundo fala… ninguém escuta. Esse é o ponto de entrada. Não tem apresentação. Não tem contexto. Não tem acolhimento. Só o incômodo de perceber que você entrou num lugar onde o discurso já substituiu a escuta. E mesmo assim… você fica. 🎬 👇;  https://youtu.be/gaz09IwG5Ds?si=QtVznpbDqptWT3U2 #mpi  #alokadorole 🎬 EPISÓDIO 2 - NO CANAL D...

A MÁQUINA RESPONDE. O CORPO SEGURA.

A MÁQUINA RESPONDE. O CORPO SEGURA. José Antônio Lucindo da Silva — Psicólogo (CRP 06/172551) Projeto: Mais Perto da Ignorância — Loka do Rolê Palavras-chave: inteligência artificial; corpo; materialidade; discurso; trabalho; limite Resumo: O debate contemporâneo sobre inteligência artificial tem sido marcado por um excesso de entusiasmo que tende a confundir capacidade técnica com inteligência propriamente dita. Conforme argumenta Tatiana Roque, o “hype da IA” pode rebaixar o pensamento humano ao redefini-lo a partir das operações que as máquinas conseguem executar. A partir de uma leitura histórica — que inclui Alan Turing e a tradição filosófica que remonta a Platão e Descartes —, a discussão evidencia que a inteligência artificial opera como simulação de comportamento, e não como experiência. No entanto, o problema não se encerra na dimensão epistemológica. Quando articulado ao contexto material brasileiro, observa-se uma dissociação entre o discurso tecnológico e as c...