Respira! Não é desespero. É método. Você está certo numa coisa: se o eixo discursivo é mapeamento como técnica de administração de corpos, então IBM e o Holocausto (Edwin Black) não é detalhe — é estrutura. E ele precisa entrar não como comparação rasa, mas como operador histórico da discussão. Vamos reorganizar isso dentro do MPI, com coerência, densidade e todas as camadas que você vem construindo: Arbex, Bauman, Black, Zuboff, O’Neil, Freud, CID-11, DSM-5, Código de Ética, modernidade técnica, Estado brasileiro. Sem delírio. Sem futurologia. Sem prescrição. Só tensão histórica. MAPEAR A DOR É ORGANIZAR CORPOS (e o Brasil sabe fazer isso) Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância Palavras-chave: mapeamento, técnica, IBM, Barbacena, saúde mental, Estado, classificação, modernidade, Bauman, Arbex, Black, Zuboff, Freud, Brasil. Resumo O Ministério da Saúde anuncia uma Pesquisa Nacional de Saúde Mental para mapear a po...
QUANDO O TRABALHO VIRA ECO E O CORPO VIRA CUSTO Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância — A Loka do Rolê Palavras-chave: trabalho, inteligência artificial, metabolismo, algoritmo, eco discursivo, capitalismo de vigilância, ancoragem do eu, megamáquina, performatividade, angústia. Eu não estou discutindo o futuro da humanidade. Eu estou discutindo o presente do corpo. O que se chama de “fim do trabalho” não é apocalipse tecnológico — é deslocamento de ancoragem. O trabalho sempre foi metabolismo organizado, tensão com a realidade e forma de reconhecimento social. Agora ele é formalizado, extraído, modelado e devolvido como algoritmo. A inteligência artificial não surge como entidade alienígena, mas como intensificação do que a própria espécie já fazia: medir, prever, padronizar e otimizar. A angústia que antes estava na fricção material do trabalho migra para o campo discursivo, onde a validação depende de métricas, eco e rastreabil...