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Reflexões críticas sobre sociedade, tecnologia e existência. Explore e se aproxime da ignorância

A BRIGA ACABOU, MAS QUEM AVISOU O CORPO?

@aloka_no_role_persona A BRIGA ACABOU, MAS QUEM AVISOU AO CORPO? Ruminação de ira, memória, condições materiais e a fabricação psicológica dos conflitos Palavras-chave: ruminação de ira, raiva, memória, regulação emocional, saúde mental, relações sociais, estresse, sono, psicologia, discurso midiático 1. Qual foi a notícia oficial? Título da notícia: A mente repete discussões sem parar? A psicologia explica por que relembramos conflitos e os prejuízos que o ciclo provoca na saúde. Veículo: CNN Brasil, com conteúdo produzido a partir de material da Itatiaia. Data de publicação: 24 de outubro de 2026. Fonte original: https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/a-mente-repete-discussoes-sem-parar-a-psicologia-explica-por-que-relembramos-conflitos-e-os-prejuizos-que-o-ciclo-provoca-na-saude/ A reportagem apresenta a ruminação de ira como um padrão de pensamento repetitivo relacionado a situações que provocaram raiva ou percepção de injustiça. Segundo o texto, a pessoa...
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O VOTO QUE NINGUÉM VIU E A LISTA QUE ALGUÉM PODE PRODUZIR

O VOTO QUE NINGUÉM VIU E A LISTA QUE ALGUÉM PODE PRODUZIR Uma crônica sobre dados, classificação e a fabricação de pessoas excluíveis Autoria: Loka do Rolê Raiz Projeto: Mais Perto da Ignorância (MPI) Gênero textual: Crônica crítica, com abordagem histórico-material e discursivo-digital. Resumo: Esta crônica investiga, em primeira pessoa, a possibilidade de transformar manifestações digitais em categorias políticas e utilizar essas classificações para justificar formas de exclusão econômica. A partir de um exercício hipotético de reconhecimento visual, examina a diferença entre identificar uma imagem, inferir uma preferência política e afirmar um voto efetivamente realizado. A narrativa articula a história da quantificação populacional, o processamento de dados, a organização burocrática e as competências de interpretação textual, recorrendo criticamente às obras IBM e o Holocausto, de Edwin Black, e Modernidade e Holocausto, de Zygmunt Bauman, além do referencial de leit...

A BOLSA DESPENCOU. O FRANGO AINDA PRECISA CABER NO ORÇAMENTO.

A BOLSA DESPENCOU. O FRANGO AINDA PRECISA CABER NO ORÇAMENTO. A Loka do Rolê | Crônica econômica do dia seguinte à eleição Hoje, 26 de outubro de 2026, o mercado financeiro brasileiro acordou com aquela delicadeza de quem descobre que a aposta feita ontem não saiu como imaginava. O dólar comercial fechou a R$ 5,403, com alta de 8,21%. O Ibovespa perdeu 13,88%, encerrando aos 176.608 pontos. A B3 precisou interromper temporariamente as negociações. Não era uma metáfora, nem uma montagem de TikTok com letras vermelhas e música de suspense. Era o mercado negociando ativos, desfazendo posições e recalculando riscos. [1][2] A pergunta é o que essa pancada significa para quem não tem ações, não compra dólar e não acompanha o pregão. Para quem acorda cedo, pega ônibus, trabalha oito horas, recebe um salário e tenta fazer o dinheiro chegar vivo ao fim do mês. Porque a Bolsa pode perder bilhões em valor de mercado numa segunda-feira. O supermercado, entretanto, não precisa esperar a...