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Reflexões críticas sobre sociedade, tecnologia e existência. Explore e se aproxime da ignorância

A BRIGA ACABOU, MAS QUEM AVISOU O CORPO?

@aloka_no_role_persona A BRIGA ACABOU, MAS QUEM AVISOU AO CORPO? Ruminação de ira, memória, condições materiais e a fabricação psicológica dos conflitos Palavras-chave: ruminação de ira, raiva, memória, regulação emocional, saúde mental, relações sociais, estresse, sono, psicologia, discurso midiático 1. Qual foi a notícia oficial? Título da notícia: A mente repete discussões sem parar? A psicologia explica por que relembramos conflitos e os prejuízos que o ciclo provoca na saúde. Veículo: CNN Brasil, com conteúdo produzido a partir de material da Itatiaia. Data de publicação: 24 de outubro de 2026. Fonte original: https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/a-mente-repete-discussoes-sem-parar-a-psicologia-explica-por-que-relembramos-conflitos-e-os-prejuizos-que-o-ciclo-provoca-na-saude/ A reportagem apresenta a ruminação de ira como um padrão de pensamento repetitivo relacionado a situações que provocaram raiva ou percepção de injustiça. Segundo o texto, a pessoa...
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A BOLSA DESPENCOU. O FRANGO AINDA PRECISA CABER NO ORÇAMENTO.

A BOLSA DESPENCOU. O FRANGO AINDA PRECISA CABER NO ORÇAMENTO. A Loka do Rolê | Crônica econômica do dia seguinte à eleição Hoje, 26 de outubro de 2026, o mercado financeiro brasileiro acordou com aquela delicadeza de quem descobre que a aposta feita ontem não saiu como imaginava. O dólar comercial fechou a R$ 5,403, com alta de 8,21%. O Ibovespa perdeu 13,88%, encerrando aos 176.608 pontos. A B3 precisou interromper temporariamente as negociações. Não era uma metáfora, nem uma montagem de TikTok com letras vermelhas e música de suspense. Era o mercado negociando ativos, desfazendo posições e recalculando riscos. [1][2] A pergunta é o que essa pancada significa para quem não tem ações, não compra dólar e não acompanha o pregão. Para quem acorda cedo, pega ônibus, trabalha oito horas, recebe um salário e tenta fazer o dinheiro chegar vivo ao fim do mês. Porque a Bolsa pode perder bilhões em valor de mercado numa segunda-feira. O supermercado, entretanto, não precisa esperar a...

QUANDO O NARCISISMO DO EU ENCONTRA O NARCISISMO DIGITAL: Reconhecimento, métricas e a mercantilização da imagem

@aloka_no_role_persona QUANDO O NARCISISMO DO EU ENCONTRA O NARCISISMO DIGITAL:  Reconhecimento, métricas e a mercantilização da imagem José Antônio Lucindo Psicólogo CRP ativo. Projeto Mais Perto da Ignorância (MPI). RESUMO Este artigo ensaístico investiga as relações entre o narcisismo, a busca por reconhecimento e a organização técnica e econômica da visibilidade nas plataformas digitais. Parte-se da distinção entre o conceito psicanalítico de narcisismo e a expressão “narcisismo digital”, empregada neste trabalho como hipótese crítica, e não como categoria diagnóstica. A análise adota a sequência corpo, condições materiais, organização social, técnica e discurso, examinando como métricas de circulação podem adquirir significados subjetivos que ultrapassam sua função técnica. Dialoga-se com Freud (1914) e com a crítica de Zuboff (2020) ao capitalismo de vigilância, sem tratar as referências teóricas como explicações autossuficientes. Também são discutidas as respon...

A MULHER NÃO É UMA HIPÓTESE: CORPO, EXISTÊNCIA E VIOLÊNCIA NO BRASIL DIGITAL

A MULHER NÃO É UMA HIPÓTESE: CORPO, EXISTÊNCIA E VIOLÊNCIA NO BRASIL DIGITAL Uma crônica investigativa sobre a posição material da mulher, os discursos digitais e a recusa da eliminação do outro Projeto: Mais Perto da Ignorância (MPI) 1. A mulher não precisa provar que existe Existe uma cena que se repete, embora mudem os nomes, os cenários, as roupas, os sotaques e os perfis nas redes sociais. Uma mulher sofre uma agressão. Antes mesmo que seu corpo termine de apresentar as marcas do acontecimento, começa outra disputa: a disputa sobre o que aconteceu, sobre o que ela deveria ter feito, sobre o que deveria ter dito, sobre o motivo pelo qual permaneceu, sobre o motivo pelo qual foi embora e, em certas ocasiões, até sobre o direito de nomear aquilo que viveu. A violência deixa o corpo. A discussão sobre a legitimidade da experiência começa a ocupar a tela. É nesse deslocamento que a investigação precisa parar por alguns instantes. Não para transformar toda fala e...