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O FUTURO É SEMANA QUE VEM. O FRACASSO JÁ CHEGOU.

O FUTURO É SEMANA QUE VEM. O FRACASSO JÁ CHEGOU. Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância — A Loka do Rolê 🎬 ASSISTA O VÍDEO NO CANAL DO YOUTUBE: Palavras-chave: tempo, algoritmo, desempenho, futuro, subjetividade, consumo, IA, cansaço, exclusão Resumo: O discurso de que “o futuro é semana que vem” não descreve o tempo — ele reorganiza a experiência do sujeito dentro dele. Ao comprimir o intervalo entre possibilidade e exigência, o presente deixa de ser vivido e passa a ser cobrado. Essa antecipação cria uma dívida subjetiva contínua, onde o sujeito se percebe sempre atrasado diante de um futuro que ainda não existe. Em um ambiente orientado por engajamento e retenção, essa tensão não é erro do sistema — é seu combustível. A tecnologia, nesse cenário, deixa de ser ferramenta e passa a operar como ambiente que organiza comportamento, desejo e percepção. O resultado não é apenas aceleração, mas uma forma estrutural de insuficiência permanente, o...

A lei não sangra. Quem sangra é quem nunca entrou no discurso. Ou: por que proteger a infância digital não significa escutar a infância real

A lei não sangra. Quem sangra é quem nunca entrou no discurso. Ou: por que proteger a infância digital não significa escutar a infância real 🔗 Da Matéria Completa: (Antes de começar, um aviso da Loka: aqui não tem lado, não tem verdade revelada, não tem mentira desmontada. Tem hipótese, tem leitura discursiva, tem materialidade social. Se quiser cancelar, cancela. Se não quiser, segue lendo. Não aguenta pensamento que não pede aplauso? Sai da tela. Direito nenhum nasce no vazio: só existe discurso sobre lei onde há condição material pra consumir esse discurso. Ninguém inventa Deus de barriga vazia.) Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância (MPI) Palavras-chave: subjetividade, discurso jurídico, materialidade social, tecnologia, escuta, exclusão Resumo: Este artigo ensaístico propõe uma análise crítica da discursividade do chamado ECA Digital, não a partir de sua legalidade ou legitimidade normativa — já dadas —, mas de seus efeitos simbólicos,...