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VOCÊ CONTINUA PORQUE DÁ — A SÉRIE QUE NÃO TE TIRA DE LUGAR NENHUM

VOCÊ CONTINUA PORQUE DÁ — A SÉRIE QUE NÃO TE TIRA DE LUGAR NENHUM AUTOR: José Antônio Lucindo da Silva PROJETO: Mais Perto da Ignorância (MPI) @alokanorole_persona ; 🎧 Se você prefere escutar do que ler… essa porra aqui já foi narrada por IA: 🎬 EPISÓDIO 1 - NO CANAL DO YOUTUBE: Sinopse; Você chegou atrasado. Não porque perdeu a hora — porque demorou pra perceber que a festa já estava estranha. No primeiro episódio da série, a Loka do Rolê rasga a primeira ilusão: 👉 a de que existe um momento certo pra entender o que está acontecendo. Não existe. Quando você começa a ouvir… já começaram a falar. E quando todo mundo fala… ninguém escuta. Esse é o ponto de entrada. Não tem apresentação. Não tem contexto. Não tem acolhimento. Só o incômodo de perceber que você entrou num lugar onde o discurso já substituiu a escuta. E mesmo assim… você fica. 🎬 👇;  https://youtu.be/gaz09IwG5Ds?si=QtVznpbDqptWT3U2 #mpi  #alokadorole 🎬 EPISÓDIO 2 - NO CANAL D...

Todo mundo performa. Nem todo mundo existe.

Todo mundo performa. Nem todo mundo existe. 🎙️ OUÇA EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância — MPI Palavras-chave: performance; materialidade; discurso; tecnologia; corpo; existência; escuta simulada; sobrevivência. Resumo Este texto não discute tecnologia, saúde mental ou subjetividade como campos isolados. Ele parte de um ponto mais baixo: o chão. Num cenário em que tudo precisa funcionar, responder e se adaptar, existir passou a ser confundido com manter-se legível ao sistema. O discurso contemporâneo celebra escuta, empatia, crescimento e personalização como se fossem universais, enquanto depende de condições materiais altamente específicas para se sustentar. Quem não consegue acompanhar esse ritmo — por cansaço, fome, instabilidade ou exaustão — deixa de ser lido como sujeito e passa a ser tratado como falha individual. A Loka do Rolê narra esse descompasso sem propor saída, sem denunciar...

Todo mundo performa. Nem todo mundo existe.

Todo mundo performa. Nem todo mundo existe. Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância (MPI) Palavras-chave: performance; discurso; materialidade; existência; tecnologia; subjetividade; trabalho; escuta; corpo Resumo: Chamam de evolução aquilo que só se sustenta onde há tempo, dinheiro, comida e conexão estável. Vendem “humanização”, “escuta”, “crescimento pessoal”, “inteligência emocional” e “IA empática” como se fossem condições universais do humano, quando na verdade são performances dependentes de infraestrutura material. Esta crônica não busca explicar nem oferecer saída.  Ela tensiona o ponto cego do discurso contemporâneo:  A distância brutal entre o que se diz sobre o humano e o que a maioria consegue viver. Aqui, a palavra entra em suspeição, inclusive a própria.  Não se trata de negar a discursividade, mas de colocá-la no lugar que lhe cabe: como hipótese frágil, limitada, situada, incapaz de substituir corpo, comida, temp...