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A mostrar mensagens com a etiqueta memória

A BRIGA ACABOU, MAS QUEM AVISOU O CORPO?

@aloka_no_role_persona A BRIGA ACABOU, MAS QUEM AVISOU AO CORPO? Ruminação de ira, memória, condições materiais e a fabricação psicológica dos conflitos Palavras-chave: ruminação de ira, raiva, memória, regulação emocional, saúde mental, relações sociais, estresse, sono, psicologia, discurso midiático 1. Qual foi a notícia oficial? Título da notícia: A mente repete discussões sem parar? A psicologia explica por que relembramos conflitos e os prejuízos que o ciclo provoca na saúde. Veículo: CNN Brasil, com conteúdo produzido a partir de material da Itatiaia. Data de publicação: 24 de outubro de 2026. Fonte original: https://www.cnnbrasil.com.br/curiosidades/a-mente-repete-discussoes-sem-parar-a-psicologia-explica-por-que-relembramos-conflitos-e-os-prejuizos-que-o-ciclo-provoca-na-saude/ A reportagem apresenta a ruminação de ira como um padrão de pensamento repetitivo relacionado a situações que provocaram raiva ou percepção de injustiça. Segundo o texto, a pessoa...

A VIDA DEPOIS DA MORTE – Quando o passado não consegue mais virar história

A VIDA DEPOIS DA MORTE Quando o passado não consegue mais virar história Artigo crônico-ensaístico — Mais Perto da Ignorância Resumo Este ensaio parte de um acontecimento particular de morte que, anos depois, retorna à circulação pública por meio de novas notícias, reativação investigativa e produção audiovisual. O acontecimento não é utilizado para determinar a causa da morte, estabelecer diagnósticos retrospectivos ou representar a totalidade da população, da mídia ou das plataformas digitais. Ele funciona como documento situado para tensionar uma operação discursiva possível: a transformação de uma vida interrompida em matéria continuamente disponível para novas interpretações. A hipótese do Mais Perto da Ignorância (MPI) é que, sob condições contemporâneas de circulação digital, a permanência técnica de informações sobre uma pessoa pode não equivaler à preservação de sua historicidade ou de sua alteridade. O passado pode permanecer disponível, reproduzível e reativável ...

QUEM GUARDA O PASSADO NÃO PRECISA GOVERNAR

QUEM GUARDA O PASSADO NÃO PRECISA GOVERNAR Autor: José Antônio Lucindo da Silva Projeto: Mais Perto da Ignorância — A Loka do Rolê Palavras-chave: arquivo, poder, vigilância, retro-política, narrativa, tecnologia, memória, tempo Chamaram de revelação. Chamaram de vazamento. Chamaram de transparência histórica. Mas o que se apresenta como escândalo tardio não inaugura nada. Apenas confirma o funcionamento. Arquivos reaparecem quando já não interferem no curso dos acontecimentos, mas ajudam a organizar o discurso sobre eles. O passado não retorna para corrigir o presente — retorna para explicar o tipo de presente que produz esse tipo de arquivo. Esta crônica não investiga culpados, não absolve atores e não promete esclarecimento. Ela observa o arquivo como técnica política, o tempo como lente diagnóstica e a narrativa como operador de enquadramento. Não se trata de controle do futuro, nem de destruição do passado, mas de armazenamento sistemático como forma de est...